Arquivo da categoria: Software

iPhone SDK: E lá vem os games

 

Tá aí, saiu de vez o aclamado SDK (Software Development Kit) do iPhone. Do montão de coisas que estão rolando por aí, o mais interessante tem sido o foco para as empresas (a RIM tá preocupada) e games. A EA já mostrou algumas coisas, como o Spore aí em cima e também a Sega com o Super Monkey Ball, aqui :

 Legal não?

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Paths e Mask Layers – Aprenda a usar e abusar! PARTE 2/3

Tutorial
3 dicas de segurança e produtividade no Photoshop – PARTE 2/3

Eu tenho minhas teorias de que quem é F*** em PS, com perdão da palavra, sabe usar muito bem selecionar o que quiser, seja um fio de cabelo ou um vendaval de areia. Aqui eu quero mostrar 3 recursos para que você selecione, modifique a qualquer hora e sempre tenha um backup das suas seleções no próprio psd. E chega de usar o “Polygonal Lasso Tool” pra tudo né?

Paths
Na mesma aba das Layers, normamente vem agregada a aba “Paths” (caso você não ache no seu, vá até “Window” e clique em “Paths”). O que são “Paths”? Através de vetores você pode construir uma forma que pode servir tanto como seleção quanto preenchimento ou contorno. O Path é ótimo para seleções detalhadas, clique na seta no canto superior direito da aba, selecione “New Path”, clique na ferramenta “Pen” e crie a forma, depois você pode ir em cada ponto e ajustar ou colocar mais pontos. Terminou? Na base inferior da aba há várias bolinhas, clique em cada uma delas e veja o que acontece. Da esquerda para a direita: Preencimento (com a cor de foreground), contorno (com a cor de foreground) e finalmente seleção. Com este recurso você pode armazenar a sua seleção na hora que quiser, e também utilizar como quiser. Em seleções mais complexas prefiro esta ferramenta do que salvar seleçao feita com o “Polygonal Lasso Tool” no menu “Select”.
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NOTA: Seleção e Preenchimento com Path, respectivamente.


Mask Layers

Esse é um recurso que pouca gente domina realmente. Quando fazemos uma seleção com as ferramentas básicas de seleção vide “Polygonal Lasso Tool” etc preste atenção na paleta de botões “Tools” bem lá em embaixo, há dois botões com o desenho de circulos. Estes botões são a opção mais simples da Mask Layer, clicando em um deles a área da seleção aparece na cor vermelha transparente. Essa área vermelha pode ser editada, pintada, selecionada e dá pra fazer seleções mais detalhadas e sensíveis à degradês de seleção e etc.
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Mas o verdadeiro poder da Mask Layer é quando você a agrega à alguma camada que possui uma imagem. Selecione a camada que você quer inserir uma camada de seleção, faça uma seleção qualquer com o “Polygonal Lasso” ou outro, vá ao 3° botão da esquerda para direita na parte inferior da aba/ janela de camadas, é um botãozinho com circulo dentro de um quadrado.
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Temos dois retângulos de pré-visualização na camada. Um retângulo é a imagem que sofrerá os efeitos da camada de seleção. O outro retangulo é a abrangência da camada de seleção. A parte branca dela é o que transparece na camada da imagem. A parte negra é o que desaparece. Veja bem meus caros: Se liguem no simbolo de união entre as duas camadas. Quando o simbolo está lá tanto a camada da imagem quanto a camada de seleção vão andar colocadas, se voce mover para cima e para baixo a imagem a seleção também acompanha. Se você “desligar” esse simbolo, a seleção permanece parada no mesmo lugar enquanto a imagem se mexe.
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Agora de onde vem o tal de backup da seleção? Vejamos, ao invès de você sacrificar uma imagem deletando e cortando fora o que vc não quer, com o risco de ter que usar a parte da imagem que voce deletou, com o redurso da mascara você pode alterar a seleção quando quiser ou simplesmente desabilita-la, basta clicar sobre ela com o botão direito e selecionar “desabilitar”. Veja na seguinte imagem:
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Na aba dos channels a seleção da layer mask aparece lá, clicando nela você pode com mais facilidade modificar a layer de seleção. Isto é o que podemos chamar de um tipo de Channel Selection. Mas isso fica para o próximo cápitulo.
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Confira o post anterior:
3 dicas de segurança e produtividade no Photoshop – PARTE 1/3

Até mais.

Segurança e produtividade no Photoshop – PARTE 1/3

A primeira regra para se fazer artes, documentos e peças gráficas no PS é construir um arquivo que seja altamente fácil de se desfazer tudo o que você aplicou na imagem original (lembre-se o histórico do PS só permite 50 ações).

O porque disso? Na terça-feira o seu cliente amou o seu layout, hoje quarta ele quer modificar isso e mais aquilo, você gastou horas pra terminar a tempo pois o prazo está estourando, mas ainda hoje a noite o cliente quer ver o resultado (ele não gostou do que você fez) mas com isso e mais aquilo. Você apressado aplicou tantos “Levels”, “Hue’s” e etc que vai demorar mais umas horas até você desfazer tudo. Ou uma outra situação, você tem que fazer aquele layout para amanhã, você aplica tantos “Levels”, cores e “Hue’s” e nada do que está fazendo fica bom. Lá as tantas da madruga você chega a conclusão que o primeiro modelo que você tinha feito era o mais legal… putz como era mesmo?

É claro que essas situações são meio forçadas, mas o uso das “adjustment layers”, “Path” e “Mask Layers” para seleção, e a organização das camadas ajuda e muito a melhorar a sua produtividade e a segurança dos seus arquivos, pois dentro do próprio psd você terá a integridade dos arquivos originais mais as modificações que você fez e o photoshop poderá acompanhar melhor cada idéia e insight que você tiver para os seus trabalhos.

Difícil de entender? Vamos a parte prática, que aposto que você vai concordar comigo depois 🙂 São ferramentas simples que passam despercebidas, mas realmente na minha humilde opinião fazem diferença. Vamos lá!


Adjustment Layers – As salvadoras da Pátria!

Não e não, você não vai mais clicar em Image>Adjustments>Etc. Você está proibido apartir de agora!

Esse menu Image>Adjustments permite que rapidamente você aplique os mais diversos ajustes às imagens, para pequenos ajustes ele é ótimo, porém ele é um recurso permanente, para desfazer só voltando com o histórico, a ainda assim vamos supor que você faz mil e uma modificações e decide que o hue/saturation original era melhor… Já era!

Dê uma olhada aqui na aba flutuante das Layers, olhe uma espécie de meia-lua. Tudo o que o menu Image>Adjustments está ali. Esse botão chama-se “Adjustment Layer” e com ele você coloca uma camada que irá aplicar um ajuste em todas as camadas abaixo dela. E mais, atrelado a ele está uma “Mask Layer” com a qual você selecionar uma área especifica para a ação do ajuste. É só clicar no “olho” que pá-pum, a camada some e você terá um controle “liga e desliga” da ação dessa camada.

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Clique nas imagens acima e observe, na primeira apliquei a camada de ajuste “Hue/Saturation”, na segunda modifiquei a “Mask Layer” que a camada de ajuste possui incluindo um degrade para que o efeito só pudesse ser visto na parte inferior. Já na terceira eu “desliguei” a camada “Hue/Saturation” deixando somente as camadas “Levels” e “Color Balance” agirem.

Clicando duas vezes nessa camada você pode modificar o quanto quiser o ajuste, no caso da imagem o “Hue/Saturation” e a “Mask Layer” pode ser modificada a qualquer hora, assim quando pintar uma idéia, mude a seleção, a cor pelo Hue/Sauration em tempo real, desfaça ou desligue. Melhor impossível!

Essa semana de Carnaval nós vamos ver a segunda parte com:
Paths, Mask Layers e Channel Selection – Aprenda a usar e abusar!

Se preparem heim! 🙂 Abraços

Montando Lego no computador

Acho que o pessoal que nasceu na década de 80/90 com certeza já brincou com o Lego. Pois bem, se você acha que isso é uma doce memória infantil, dê uma olhada na adaptação tecnológica da empresa para que esse brinquedo não fique no passado.

A Lego desenvolveu um software, o Lego Digital Designer, no qual é possível montar qualquer coisa com praticamente todos os formatos de peças possíveis. Numa interface que lembra um pouquinho o SimCity você pode escolher o tipo de brinquedo que irá montar: será uma engenhoca ou uma peça freestyle? Além disso, o Lego Digital Designer possui muitas opções interessantes, há uma espécie de “gravador” no qual você pode dar play e ver como montou todas as suas engenhocas, uma mão na roda para refazer obras-primas, mas você também pode comprar engenhocas no site e encrementar o software ou pode até mesmo indicar o a sua obra para venda no site (a minha está nesse endereço), há um botão que mostra exatamente quantas peças e o valor do brinquedo em várias partes do mundo.

No começo eu pensei “que chato não é a mesma coisa…”, porque demora um certo tempinho para se acostumar aos comandos e o único defeito é a falta de uma ferramenta para deslocar a tela e ajusta-la, só temos zoom e rotação. Mas mesmo assim foi muito divertido e gastei horas montando a minha “casinha”.

Esse software com certeza é uma estratégia muito bem engendrada pela Lego para interagir com o mundo tecnológico e a web. Com interface simples mas que não apela para o infantil, pode ser usada por principiantes no mundo do brinquedo, bem como os seus fãs nostálgicos, e isso também fica bem claro no site da Lego onde há uma seção “Club”, em que você pode criar um avatar e trocar experiências, ver vídeos e jogar outros jogos (infelizmente a maioria é paga).

Dê uma olhada, vale a pena experimentar o Lego Digital Designer. Você pode passar inacreditáveis horas montando, montando, montando e montando…